Metade das Câmaras do Nordeste Transmontano estão endividadas
Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Mirandela, Miranda do Douro e Carrazeda de Ansiães poderão recorrer ao programa de regularização de dívidas para procederem ao equilíbrio das suas finanças.
O caso de maior asfixia económica é o de Alfândega da Fé, facto que levou o seu autarca, João Carlos Figueiredo, a declarar o "desequilíbrio financeiro" da sua tesouraria.
As finanças de alfândega da Fé necessitam de 3 milhões de euros para poderem ser reequilibradas, sendo a dívida actual de 1,6 milhões de euros.
A câmara Municipal de Torre de Moncorvo poderá também recorrer ao saneamento financeiro de forma a dilatar por um maior período de tempo as amortizações da actual dívida. A autarquia poderá recorrer, pela segunda vez, a um crédito do Governo de forma a reduzir o seu actual débito que ascende a 3 milhões de euros.
Em Freixo de Espada à Cinta, o cenário também não é bom. A autarquia necessita de mais um milhão de para amortizar uma dívida que já ascende a 3,5 milhões.
Mirandela e Carrazeda de Ansiães são também municípios com dificuldades nas finanças. Mirandela pediu um três milhões de euros para alterar a dívida de curto em longo prazo e Carrazeda de Ansiães necessita de cerca de 4 milhões de euros para proceder à resolução das suas finanças, cuja origem está na falência de empreiteiros responsáveis por algumas obras e que obrigou o município a repor fundos comunitários, como explicou o autarca social democrata Eugénio de Castro à agência lusa.
O caso de maior asfixia económica é o de Alfândega da Fé, facto que levou o seu autarca, João Carlos Figueiredo, a declarar o "desequilíbrio financeiro" da sua tesouraria.
As finanças de alfândega da Fé necessitam de 3 milhões de euros para poderem ser reequilibradas, sendo a dívida actual de 1,6 milhões de euros.
A câmara Municipal de Torre de Moncorvo poderá também recorrer ao saneamento financeiro de forma a dilatar por um maior período de tempo as amortizações da actual dívida. A autarquia poderá recorrer, pela segunda vez, a um crédito do Governo de forma a reduzir o seu actual débito que ascende a 3 milhões de euros.
Em Freixo de Espada à Cinta, o cenário também não é bom. A autarquia necessita de mais um milhão de para amortizar uma dívida que já ascende a 3,5 milhões.
Mirandela e Carrazeda de Ansiães são também municípios com dificuldades nas finanças. Mirandela pediu um três milhões de euros para alterar a dívida de curto em longo prazo e Carrazeda de Ansiães necessita de cerca de 4 milhões de euros para proceder à resolução das suas finanças, cuja origem está na falência de empreiteiros responsáveis por algumas obras e que obrigou o município a repor fundos comunitários, como explicou o autarca social democrata Eugénio de Castro à agência lusa.

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