Chega ao fim o imbróglio do FunZone Village
Era um projecto em grande, demasiadamente grande, e talvez por isso muitos desconfiaram dele.
O presidente da Câmara de Alfândega da Fé, João Carlos Figueiredo, é que sempre acreditou neste mega projecto e nele investiu todas as suas forças. Contudo, o autarca Alfandeganse baixou os braços e anunciou que “não quer pensar mais messe assunto”.
Cai assim o FunZone Village de Alfândega da Fé, o investimento anunciado por um empresário luso-britânico, de nome Chaby Rodrigues, que chegou um dia ao nordeste transmontano a prometer uma “galinha de ovos de ouro” orçada em 250 milhões de euros e a criação de 1.300 postos de trabalho.
O empreendimento turístico foi desde o início visto com alguma suspeição, apesar de ter sido classificado pelo próprio Ministério da Economia como um Projecto de Potencial Interesse Nacional.
Esta mesma classificação, que lhe garantia algumas facilidades a nível dos estudos de impacto ambiental e a nível da sua execução, foi de imediato retirada, uma vez que o esboço deste empreendimento nunca saiu do “ caderno de rascunhos” com que Chaby conseguiu convencer o executivo de Alfândega da Fé.
Agora a oposição considera que uma das causas do descalabro financeiro a que chegou a autarquia se deve a este autêntico imbróglio, uma vez que foram adquiridos cerca de 178 hectares de terreno para implantação do empreendimento turístico que levou à saída de um milhão de euros dos cofres autárquicos.
Contudo, o autarca João Carlos Figueiredo afirmou na semana passada à agência lusa que este negócio "não tem o peso que lhe querem dar".
O presidente da Câmara de Alfândega da Fé, João Carlos Figueiredo, é que sempre acreditou neste mega projecto e nele investiu todas as suas forças. Contudo, o autarca Alfandeganse baixou os braços e anunciou que “não quer pensar mais messe assunto”.
Cai assim o FunZone Village de Alfândega da Fé, o investimento anunciado por um empresário luso-britânico, de nome Chaby Rodrigues, que chegou um dia ao nordeste transmontano a prometer uma “galinha de ovos de ouro” orçada em 250 milhões de euros e a criação de 1.300 postos de trabalho.
O empreendimento turístico foi desde o início visto com alguma suspeição, apesar de ter sido classificado pelo próprio Ministério da Economia como um Projecto de Potencial Interesse Nacional.
Esta mesma classificação, que lhe garantia algumas facilidades a nível dos estudos de impacto ambiental e a nível da sua execução, foi de imediato retirada, uma vez que o esboço deste empreendimento nunca saiu do “ caderno de rascunhos” com que Chaby conseguiu convencer o executivo de Alfândega da Fé.
Agora a oposição considera que uma das causas do descalabro financeiro a que chegou a autarquia se deve a este autêntico imbróglio, uma vez que foram adquiridos cerca de 178 hectares de terreno para implantação do empreendimento turístico que levou à saída de um milhão de euros dos cofres autárquicos.
Contudo, o autarca João Carlos Figueiredo afirmou na semana passada à agência lusa que este negócio "não tem o peso que lhe querem dar".

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