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Coamêndoa incentiva plantio de amendoal na região
Publicado sexta-feira, 13 de outubro de 2006 | Por: Notícias do Nordeste

Vila Nova de Foz Côa, Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo, Macedo de Cavaleiros, Mogadouro, São João da Pesqueira e Penedono, são os sete concelhos da região do Douro que vão receber 20 mil amendoeiras para plantação, numa iniciativa da cooperativa Coamêndoa de Freixo de Numão.

Esta iniciativa tem como objectivo principal incentivar este sector agrícola que nos últimos anos tem vindo a decrescer substancialmente na região.

A cooperativa pretende com esta medida estimular a plantação de novos amendoais nas regiões do Alto Douro, Trás-os-Montes e parte da Beira Interior, uma vez que se trata de um produto agrícola fundamental na sustentabilidade das populações locais.

As amendoeiras vieram de Espanha a pedido de 42 associados, num investimento de 60 mil euros. “As plantas são provenientes de Espanha porque os viveiristas portugueses deixaram de apostar na sua produção, mas seria importante que o voltassem a fazer” e são amendoeiras “auto-férteis e enxertadas, que a partir do quinto ou sexto ano já estarão a produzir em pleno”, explicou Joaquim Grácio, director da Coâmendoa – Cooperativa Agrícola de Produtores de Frutos de Casca Rija.

As amendoeiras serão plantadas numa área de cerca de 70 hectares nos sete concelhos da região do Douro.

Apesar de neste momento não existirem ajudas financeiras para as novas plantações de amendoal, Joaquim Grácio já pediu ao ministro da Agricultura, Jaime Silva, que no próximo Quadro Comunitário de Apoio estejam contempladas verbas para as novas plantações.

A Coamêndoa foi fundada em 24 de Junho de 2004 e já conta com 170 associados, que na campanha deste ano produziram cerca de duas mil toneladas de miolo de amêndoa destinado aos mercados português e espanhol e a amêndoa comercializada na cooperativa de Freixo de Numão - produzida nas regiões do Alto Douro e Trás-os-Montes e parte da Beira Interior – não tem problemas de escoamento. Segundo o dirigente em declarações à Lusa “o fruto entra na organização de produtores e passados dias já está lá fora, está vendido”.

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