Segunda edição do “Vinus Durii"
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro na abertura de conferências sobre vinho do "Festival Internacional Douro/ Duero 2006, Vinus Durii", contou com a participação de duzentos e cinquenta congressistas de várias nacionalidades, onde cerca de uma centena foram espanhóis.
Com a duração de dois dias, as conferências regeram-se sobre o tema a "viticultura e as denominações de origem da bacia do Douro/Duero" e o "Património Mundial e desenvolvimento regional".
Os "250 anos da Região Demarcada do Douro" foram, a efeméride do encontro.
Este Festival é resultante de uma parceria entre o Norte de Portugal e Castela e Leão, de periodicidade bianual em que a primeira edição foi realizada em Zamora no ano de 2004 e cujo mote é a grande diversidade de vinhos produzidos na bacia do Rio Douro desde a nascente, em Sória, Espanha, até à foz, no Porto.
O discurso mais incisivo deveu-se ao Presidente de Castela e Leão, Juan Vicente Herrera, que reclamou a necessidade de uma cooperação entre os dois territórios para fazer face ao fenómeno recente da globalização do mercado mundial do vinho e da perda da denominação VQPRD.
Herrera reforçou a ideia de que a competição dos vinhos produzidos ao longo do extenso vale do rio Douro têm que competir pela qualidade, apelando à cooperação entre as duas regiões ibéricas para “ colocar em marcha de forma imediata, instrumentos de cooperação que permitam dar uma resposta ao actual mercado”.
O presidente de Castela e Leão apelou ainda à responsabilidade de todos para uma valorização mercantil da “marca Douro/Duero”.
A finalizar, Herrera disse que o “Vinus Durii” é um projecto de cooperação que vai para além da economia, abrangendo sectores como a cultura, património ou os recursos energéticos, sublinhando o enorme potencial de ambos os territórios que se unem por um rio, e mais do que retórica, Herrera exigiu realidades. Mas concluiu dizendo que o “Vinus Duri” é “un ejemplo práctico de cooperación y una buena idea. Hemos acertado”.
Com a duração de dois dias, as conferências regeram-se sobre o tema a "viticultura e as denominações de origem da bacia do Douro/Duero" e o "Património Mundial e desenvolvimento regional".
Os "250 anos da Região Demarcada do Douro" foram, a efeméride do encontro.
Este Festival é resultante de uma parceria entre o Norte de Portugal e Castela e Leão, de periodicidade bianual em que a primeira edição foi realizada em Zamora no ano de 2004 e cujo mote é a grande diversidade de vinhos produzidos na bacia do Rio Douro desde a nascente, em Sória, Espanha, até à foz, no Porto.
O discurso mais incisivo deveu-se ao Presidente de Castela e Leão, Juan Vicente Herrera, que reclamou a necessidade de uma cooperação entre os dois territórios para fazer face ao fenómeno recente da globalização do mercado mundial do vinho e da perda da denominação VQPRD.
Herrera reforçou a ideia de que a competição dos vinhos produzidos ao longo do extenso vale do rio Douro têm que competir pela qualidade, apelando à cooperação entre as duas regiões ibéricas para “ colocar em marcha de forma imediata, instrumentos de cooperação que permitam dar uma resposta ao actual mercado”.
O presidente de Castela e Leão apelou ainda à responsabilidade de todos para uma valorização mercantil da “marca Douro/Duero”.
A finalizar, Herrera disse que o “Vinus Durii” é um projecto de cooperação que vai para além da economia, abrangendo sectores como a cultura, património ou os recursos energéticos, sublinhando o enorme potencial de ambos os territórios que se unem por um rio, e mais do que retórica, Herrera exigiu realidades. Mas concluiu dizendo que o “Vinus Duri” é “un ejemplo práctico de cooperación y una buena idea. Hemos acertado”.

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