Corane fomenta apicultura em Moçambique
O projecto de investimento de 1,9 milhões de euros, que prevê a instalação de dez mil colmeias em Moçambique e a criação de dois centros de recolha cujos promotores é a Corane – Associação de Desenvolvimento dos Municípios da Raia Nordestina – em parceria com a Associação de Apicultores de Montesinho e a Federação dos Apicultores Portugueses ainda não avançou por falta de empenho por parte das entidades moçambicanas.
Distribuir cem colmeias a cada família na província de Inhamban, e ensinar essas famílias a produzir mel, sobretudo, a retirar proveito dos sub-produtos é o objectivo principal deste projecto, tal como explicou Manuel Gonçalves à comunicação social, afirmando que num futuro próximo e somente com dez mil colmeias, esta exploração poderá render 450 mil euros anuais.
No entanto, depois de apresentado o projecto ao embaixador de moçambique, que se comprometeu a dar andamento a este processo, o responsável Moçambicano declarou à imprensa que este projecto lhe parecia ser muito válido “primeiro porque exige um investimento relativamente pequeno que pode revelar-se muito lucrativo; depois porque existe mercado garantido”, explicou o embaixador Miguel Kaima à comunicação social.
Distribuir cem colmeias a cada família na província de Inhamban, e ensinar essas famílias a produzir mel, sobretudo, a retirar proveito dos sub-produtos é o objectivo principal deste projecto, tal como explicou Manuel Gonçalves à comunicação social, afirmando que num futuro próximo e somente com dez mil colmeias, esta exploração poderá render 450 mil euros anuais.
No entanto, depois de apresentado o projecto ao embaixador de moçambique, que se comprometeu a dar andamento a este processo, o responsável Moçambicano declarou à imprensa que este projecto lhe parecia ser muito válido “primeiro porque exige um investimento relativamente pequeno que pode revelar-se muito lucrativo; depois porque existe mercado garantido”, explicou o embaixador Miguel Kaima à comunicação social.

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