Oferta turística no Parque de Montesinho
Ao todo já são seis os abrigos de montanha que foram recuperados e estão aptos a receber os turistas, num total de quarenta camas, dispersos pelas aldeias de Dine, Montesinho, Montouto e Moimenta dos concelhos de Bragança e Vinhais respectivamente.
Em relação aos abrigos que ainda não foram requalificados, estão no entanto previstas intervenções durante o próximo ano, dado que algumas infra-estruturas precisam de uma intervenção mais a fundo devido ao seu estado de degradação.
As garantias de qualidade do serviço dos abrigos de montanha são da exclusiva responsabilidade do Parque Natural de Montesinho, enquanto que a manutenção fica a cargo das associações ou das autarquias, sendo os lucros repartidos pelas duas entidades, na proporção de 40 por cento para o PNM e de 60 por cento para a associação ou a autarquia.
As casas que estão dentro do no Parque Natural de Montesinho vão também ser recuperadas para turismo rural pelo Instituto de Conservação da Natureza (ICN) e neste momento, o Instituto de Conservação da Natureza (ICN) já recuperou seis das 12 casas que se encontram espalhadas pelas aldeias que integram o PNM.
A Associação da Defesa dos Interesses da Aldeia de Montesinho (ADIAMO) e o Parque Natural de Montesinho celebraram um protocolo em relação ao turismo rural de Montesinho e segundo fonte da ADIAMO a taxa de ocupação chega aos 50 por cento, nomeadamente nas épocas festivas, no verão e nos fins-de-semana.
A divulgação da região do Nordeste Transmontano, através do turismo rural, e a rentabilização do espaço é para o secretário da ADIAMO, António Pereira, uma excelente solução para ambas as partes.
Em relação aos abrigos que ainda não foram requalificados, estão no entanto previstas intervenções durante o próximo ano, dado que algumas infra-estruturas precisam de uma intervenção mais a fundo devido ao seu estado de degradação.
As garantias de qualidade do serviço dos abrigos de montanha são da exclusiva responsabilidade do Parque Natural de Montesinho, enquanto que a manutenção fica a cargo das associações ou das autarquias, sendo os lucros repartidos pelas duas entidades, na proporção de 40 por cento para o PNM e de 60 por cento para a associação ou a autarquia.
As casas que estão dentro do no Parque Natural de Montesinho vão também ser recuperadas para turismo rural pelo Instituto de Conservação da Natureza (ICN) e neste momento, o Instituto de Conservação da Natureza (ICN) já recuperou seis das 12 casas que se encontram espalhadas pelas aldeias que integram o PNM.
A Associação da Defesa dos Interesses da Aldeia de Montesinho (ADIAMO) e o Parque Natural de Montesinho celebraram um protocolo em relação ao turismo rural de Montesinho e segundo fonte da ADIAMO a taxa de ocupação chega aos 50 por cento, nomeadamente nas épocas festivas, no verão e nos fins-de-semana.
A divulgação da região do Nordeste Transmontano, através do turismo rural, e a rentabilização do espaço é para o secretário da ADIAMO, António Pereira, uma excelente solução para ambas as partes.

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