São cerca de 32 mil os casos de indexação do número de contribuinte aos prédios rurais que estão por resolver no concelho de Macedo de Cavaleiros.
Mais uma vez o prazo para a resolução deste problema foi adiado.
Há ano e meio que os adiamentos têm vindo a ser consecutivos. Desta vez, a nova meta estabelecida é o final do corrente ano. Os artigos matriciais, casas e terrenos, em situação ilegal eram cerca de 86 mil, ou seja, a taxa de execução efectuada até agora é de 53%.
O chefe da repartição das finanças de Macedo de Cavaleiros, Armando Mendes, referiu que o estabelecimento do novo prazo foi a nível nacional, mas é nas zonas do interior onde se verifica um maior número de casos por resolver. Acima de tudo, nos distritos de Bragança, Guarda e Vila Real. Tudo porque no interior do país ainda há muitos actos de compra e venda que são feitos pela palavra e pela honra, sem qualquer tipo de contrato escrito e também devido à elevada idade dos proprietários. Estende-se assim por mais meio ano, no concelho de Macedo de Cavaleiros, a ida dos funcionários das finanças às aldeias, com a finalidade de ajudar a população a resolver a sua situação e a evitar o acumular de dúvidas aos balcões das repartições de finanças.
Miguel Midões [06-05-2005]
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